Outros temas abordados pelas mães

Leia abaixo comentários das mães relacionado a temas diversos.

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Interrupção da gravidez

“É um momento muito difícil, principalmente quando já está tentando engravidar há um bom tempo, a interrupção da gravidez, interrompe também todos os seus sonhos e expectativas.
Depois que tudo passa e conversando com outras mulheres, descobri que é mais comum do que se imagina, pois muitas mulheres tem a 1° gravidez interrompida logo no começo. A interrupção gera uma expectativa maior ainda pra próxima gravidez, mas o melhor é pensar que tudo no tempo certo vai acontecer e quando conseguimos finalmente estar com um bebê no nosso colo, tudo é superado”

Anônimo

 

Eu perdi um bebe com 7,5 semanas. Foi a minha segunda gravidez e não teve nenhuma razão explicada. Pra ser bem sincera, foi traumatizante. Já faz quase um ano e eu ainda tenho pesadelos e pense nele/a com curiosidade de saber como ele/a seria. Eu sei que isso é bem comum, mas não deixa de ser uma das coisas mais difíceis que passei na minha vida. Pra mim, a pior parte foi ter que ver tudo pois aconteceu em casa. Os comentários que ‘pelo menos eu sei que posso engravidar’ e que ‘não era pra ser’ e ‘vai vir outro’ só pioram a situacao. Eles ignoram a vida que eu perdi dentro de mim.

Anônimo

 

UTI Neonatal

Ficamos por 16 dias na Uti Neo natal. Saia de lá, todo dia mais forte (não só pela experiência que estava vivendo com meu filho, mas por todas as outras mães que estavam lá).
A Uti neonatal, apesar de tantas dificuldades que são presenciadas diariamente  é um lugar repleto de empatia, amor e esperança.”

Patrícia, mamãe do Raul

 

“Muito difícil ir para o quarto sem seu bebe, mas superei e deu tudo certo.”

Anônimo

 

“15 dias de sufoco”

Leticia P, mãe da Helena

 

Passamos 15 dias apenas na uti neonatal. Como já tinha o Jun com menos de 2 anos tive que me desdobrar em dar atenção aos dois. Graças a Deus tenho uma estrutura familiar que me apoiou e apoia sempre. Mas são dias difíceis que vc tem que ficar longe de seu bebê que acabou de nascer. Quase não pega ele no colo. Dar de mamar já é difícil para um bebê saudavel, agora vc estar num ambiente hospitalar e  ter que tirar leite com máquinas ou bombinha pois seu filho ainda não pegou no peito é uma sensação bem desagradável. Mas como na hora vc não pensa muito, vc só faz e pronto. Mas depois pensando, é um período muito estressante para o bebê , a mãe e a família. Mas graças a Deus foram poucos dias. Imagino bebês que ficam meses na uti. Muito triste.”

Adriana, mãe do Jun e do Kenji

“Minha filha ficou 10 dias , somente para ganhar peso , pq nasceu de 34 semanas , não precisou de oxigênio nada , somente o ganho de peso mesmo , foi por isso tb que a amamentação foi difícil , pq tive que fazer o parto às pressas, devido a minha pressão ficar alta. Mas foi bem difícil, só visitava ela 1 vez ao dia apenas 30 minutos, devido a pandemia , todos os dias sai chorando de deixar ela . Mas graças a Deus hoje ela está ótima e com 2 anos. “

K.C.

Bebês com necessidades especiais

Meu segundo filho nasceu com Síndrome de Down e cardiopatia . Não sabíamos se ele poderia nascer de parto normal pois não sabíamos se tinha força para nascer. Mas graças a Deus tudo correu super bem no parto e ele nasceu de parto normal. Ficou 15 dias na uti e depois veio para casa. Não mamava direito pois não tinha fôlego devido a cardiopatia. Tomava 7 remédios diferentes e tinha que dar leite na seringa para ele se alimentar e ganhar peso até a cirurgia que seria com 4 meses. Depois da cirurgia cardíaca, ele mamava como se nunca tivesse comido antes. Foi uma outra criança depois. E hj com 6 anos não toma mais nenhum remédio para o coração.

Adriana, mãe do Jun e do Kenji

 

Adaptação ao Berço

“Aqui adaptou super bem ate dois anos ficou no berço em nosso quarto, após dois anos colocamos no quarto dele, que como já dormiu desde recém nascido foi bem mais fácil.”

Juliana

“Nos primeiros meses ela dormiu num bercinho de balanço no nosso quarto, ao lado da nossa cama. Ao decidirmos trocar pelo berço definitivo, no quarto dela, lá pelos 3-4 meses, foi um longo período de adaptação. A gente tentava aproveitar a primeira perna do sono que costumava ser mais longa para ela se acostumar no berço novo. E nas sonecas durante o dia também. Mas é um sacrifício que você tem que estar disposto a fazer naquele momento para colher os resultados depois. As sonecas já eram curtas normalmente, então não mudou muito. Mas o sono noturno ficou bem mais quebrado até ela se adaptar. Cada 1 hora que passava, a gente cantava vitória. Até que começaram a passar horas no novo berço, até um dia que percebemos que ela começou a dormir até melhor nele e aposentamos o antigo.”

Mariana, mãe da Luísa

 

Cólicas e gases

“Minha bebê teve APLV (Alergia à Proteina do Leite de Vaca) e sofremos muito no começo. Durante 8 meses fiz uma alimentação vegana e melhorou bastante os sintomas. Hoje estamos fazendo aos poucos a reintrodução de leite e está tendo uma boa resposta.”

Mari, mãe da Teresa

 

“Teve até 3 meses, fazia massagem e banho no ofurô. Mas não resolvia por muito tempo, foi preciso muito colo, paciência até que esta fase passasse.”

Anônimo

 

“É algo que praticamente nada resolve. Se apegue em: vai passar e meu bebê precisa do meu colo. Observação: também tenha uma bolsa de sementes para aquecer.”

Cris, mãe do Breno

 

Gêmeos

“Minha terceira gestação foi gemelar, não tive nenhum tipo de problema, não precisei de repouso e nada de cuidado especial. É muito bom quando as duas ficam mexendo na barriga, uma bola para cada lado. O parto foi normal e na data prevista. Elas têm uma conexão muito grande, se dão muito bem, parece que uma sente o que a outra está sentindo, quando uma ficava doente a outra também ficava. No começo é bem cansativo, ainda mais que eu já tinha os outros dois, de madrugada uma acordava, eu dava de mamar, trocava, punha pra dormir e logo a outra acordava. Depois de uma semana, quando levantei, caí desmaiada. Mas com o tempo fui me adaptando. É uma experiência muito boa ter gêmeas.”

Neide mãe da Daniela, do Caio, da Ana e da Beatriz

 

“A gestação foi tranquila apenas inchei bastante e a barriga ficou muito pesada, de ter q segurar ela quando levantava para não doer tanto😅. O parto foi uma cesárea, que adiantou um pouco do programado, pois no exame um dos bebês estava com diminuição de fluxo no cordão, demorei demais pra ir pro quarto pois minha  pressão caiu e tiveram que dar remédio pra subir ai subiu muito, e não voltava ao normal. Agora, depois que eles nasceram, o bicho pegou… a dinâmica de 2 bebes é muito pesada… 1 chora e acorda o outro. Optei por dar mamar para os 2 juntos ai 1 acordava no meio da noite e eu acordava o outro (considero que errei neste ponto, mas foi a única forma que encontrei para conseguir amamentar e dormir um pouco nas madrugadas) e mesmo você fazendo exatamente a mesma coisa pros 2 eles são completamente diferentes, e lidar com isso é hoje meu maior desafio”

Jamily

 

“Sim gêmeos univitelinos. A gestação foi super tranquila. Não se desespere e nem acredite nas coisas da internet. Só postam coisas ruins. Acredite no seu médico e faça um bom pré-natal. O parto foi tranquilo e a criação também. Lógico que é um caos….mas logo passa e tudo fica maravilhoso”

Anônimo

 

Refluxo

“Refluxo fortíssimo até os 2 anos de idade, ela teve muita queimação que interrompia o sono etc. Era uma dor para mim tb e sempre usamos medicamento.”

Anônimo

 

“Tenha paciência pq refluxo é cansativo e por mais remédios que vc dê ao bebê só vai passar depois de 1 ano devido o amadurecimento mesmo. Tenha paciência e aguente bem o cheiro azedo do leite.”

Anônimo

 

Cocô do bebe

“Na segunda filha, amamentação exclusiva, mas evacuava 1 vez por semana só, durante o primeiro mês. Sem cólicas, apenas absorvia tudo. Ganhou 1,5 kg nesse mês”

Raquel, mãe da Helena e da Laura

 

Nova estrutura familiar

“A adaptação para mim e para meu marido foi bem tranquila porque nós tivemos nossa filha em um momento onde estávamos maduros como casal, e já havia divisão clara de tarefas dentro de casa, uma vez que ambos trabalham fora e os serviços domésticos já eram divididos.
Então eu deixo aqui um conselho: tenham filhos em um momento onde o casal já esteja maduro na relação, porque ter filho muda totalmente a rotina do casal, e há muito mais atividades a serem feitas, incluindo o fato de que não se dorme direito por um bom tempo, e isso deixa todos emocionalmente mais abalados, pois o descanso físico / fisiológico não ocorre. Por isso, é muito importante que ambos queiram muito ter o filho, e que estejam preparados emocionalmente e financeiramente para essa grande mudança que mudará para sempre a vida de todos.”

Aline, mãe da Lara

 

“Temos que aproveitar todos os momentos de casal enquanto estamos grávidas, porque os primeiros meses após o nascimento do bebê é um período bem cansativo e um período que acabamos nos preocupando mais em ser mãe do que qualquer outra coisa. O importante é tentar conversar e mostrar suas novas necessidades para seu parceiro(a) e juntos tentar achar um equilíbrio entre a rotina de antes e depois do nascimento. Não siga uma regra ou conselhos de outros casais, cada casal segue um ritmo e cada família tem seu equilíbrio de maneira diferente”

Anônimo

 

“Digo que o mais difícil de ter filhos é o marido, se ele não se preparar junto com você, é mais difícil ainda, foi muuuito difícil, pois com a amamentação, com a privação de sono, com a falta de tempo pra vc, são coisas que dizem respeito a nós, o que o marido e agora pai está sentido você não consegue interferir, e até entendo pq a partir daquele momento ele passa a ser a pessoa menos assistida, pois está todo mundo olhando pelo bebê e por aquela mãe. Então minha dica seria, tente incluir ele na maior parte da rotina que conseguirem, para que ele se sinta importante.”

Jamily

 

“Até hoje é uma adaptação. Se o casal não está muito coeso difícil passar ileso pela adaptação de um novo serzinho em casa. Foi bem complicado no começo.”

A.E.P.

 

“Foi difícil pois a mudança é realmente muito grande e não temos a menor noção de como as coisas vão acontecer.”

Sheila mãe Theodora

 

“Mudou minha vida”

Leticia P, mãe da Helena

 

“Minha bebê tem quase 2 anos e confesso que ainda estamos nos adaptando… especialmente a vida à dois entre eu e meu marido!! Pra mim tem sido muito desafiador essa parte!”

Anônimo

“Tem que estar preparado pois o relacionamento do casal muda completamente com a chegada de um bebê. Começando que você mal tem tempo para namorar, nem mesmo para conversar direito. Uma coisa que sentimos em casa que ajudou é que, com todas as dificuldades, nosso nível de tolerância também melhorou. Aprendemos sem querer a saber relevar o que não era importante e aproveitar o melhor do tempo que tínhamos juntos.”

Mariana, mãe da Luísa

 

 

Comportamento

“Nada fora do esperado rsrs… mas acho que essa percepção é porque procuro ser neurocompatível. E volto a frisar a importância da informação, porque tenho aprendido e exercitado muito entender que meu filho é uma pessoinha em desenvolvimento, que ainda não tem maturidade e está aprendendo a nomear e lidar com as próprias vontades e emoções. Quando a gente entende isso e pára de pensar no que os outros vão achar sobre o nosso jeito de criar, tudo fica mais leve. Eu não me importo nem um pouco se me chama de mãe Nutella porque acolho os choros e birras do meu filho. Eu me importo que ele cresça sabendo que é amado, que é capaz. Acredito que uma criança criada com amor e empatia tem chances muito maiores de ser um adulto igualmente empático e amoroso com seu próximo. E convenhamos… esse mundão tá precisando disso, né?”

Marília, mãe do Heitor

 

“Sim, aos dois anos começou fazer birra, queria tudo do jeito dele (ainda acontece mas com pouca frequência). Foi muito difícil pq quando é com a gente nunca sabemos como agir.”

Anônimo

 

“Toda a fase é uma adaptação. Acho que vamos lidando conforme nossos instintos e experiências da nossa própria criação. Mas não existe uma regra ou padrão.”

A.E.P.

 

“Agora após os 2 anos tenho achado mais difícil pois por exemplo, ele quer uma coisa, fica chorando muito, se não dou, mas eu fico do lado dele firme falando a mamãe esta aqui, mas para mim é difícil ouvir chorar e ter que ficar firme, sei que é preciso, ficar junto para ensinar os sentimentos com amor e respeito.

Juliana

 

 

Terror Noturno

“Meu bebê teve dificuldade de dormir no quarto sozinho aos 3 anos. Acordava muitas vezes e dizia ter monstros. Durante um tempo eu acolhia e ficava com ele no quarto, mas depois passei a deixá-lo dormir no nosso quarto. Aos poucos ele foi voltando para o seu quarto e ficou tudo bem”

Anônimo

 

“Meu filho acordou chamando mãe… mãe….fui até o berço e mesmo falando que eu tava lá.. ele continuava esperneando e me chamando… mas eu via que mesmo com o olho aberto ele continuava dormindo… e tentava pegar ele para acalma-lo… demorou para ele aceitar vir e se acalmar… ele só tem 2 anos, fiquei tão desesperada… achando que podia ser dor ou qualquer outra coisa… mas depois dormiu como se nada tivesse acontecido…”

Cassia, mãe do Rômulo

 

“Aqui acho que teve umas duas vezes, foi bem ruim, chorava muito dormindo e não conseguia acalmar, a primeira vez foi terrível na segunda eu mais calma fiquei com a mão sobre ele e falava sempre a mamãe esta aqui, demora um pouco para parar, mais precisamos ficar calma, pois eles sentem, se continuasse iria procurar ajuda, mas nunca mais teve, graças a Deus”

Juliana

 

 

Desenvolvimento físico

“Primeira filha: Sentou aos 6meses, engatinhou aos 8 meses e caminhou aos 10 meses. Segunda filha: Sentou aos 6 meses, engatinhou aos 8 meses e caminhou aos 11 meses”

Raquel, mãe da Helena e da Laura

 

“Não sei exatamente que mês. Só sei q o progresso estava na idade certa… ”

Jussara Woellner Gollo, mãe de 3 tesouros, Bernardo, Frederico e Riccardo

 

“Às vezes podemos ficar ansiosas por não ver o desenvolvimento na época que esperamos, mas temos que ter paciência, cada criança tem seu tempo. Minha filha demorou bastante para aprender a virar e desvirar sozinha, inclusive depois que aprendeu teve uma época que retrocedeu e levou mais algumas semanas para aprender de novo. Depois aprendeu a engatinhar com 8 meses e a andar com pouco mais de 1 ano. O apoiador que ela ganhou ajudou bastante nessa última.”

Mariana, mãe da Luísa

 

 

Desenvolvimento da linguagem

“Na verdade ele tá começando agora ,tá com 2 anos… um menino… tá falando algumas palavras.”

Cassia, mãe do Rômulo

 

“As duas falaram muito cedo. Com 1 ano e 6 meses falavam frases pequenas, como “quéo mamá”, ‘amo “cê””

Raquel, mãe da Helena e da Laura

 

 

Desfralde

“Está sendo… no tempo dele. Ele guia, eu apoio e dou estrutura: penico à disposição, muita conversa e historinha. E respeito às necessidades dele sempre! Por exemplo: em todas as trocas ofereço cueca, mas se ele diz que prefere a fralda, então colocamos a fralda e tudo bem.”

Marília, mãe do Heitor

 

“Meu bebê tá com 2 anos e agora em casa deixo ele sem fralda durante o dia… tá começando a descobrir o pipi… mas ainda não pede ou avisa quando quer fazer… eu fico perguntando toda a hora de quer fazer xixi ou cocô… ele fala que não… depois de um minutinho faz… ele já fala até xixi… mas não avisa ainda”

Cassia, mãe do Rômulo

 

Nós colocamos um pinico no banheiro dela quando ela fez 2 anos e começamos a oferecer pra ela sentar nele quando quisesse (mesmo que com roupa) pra ela se acostumar. Depois de uns meses, ela comecou a sentar antes do banho mas nunca fazia nada, e nós não botamos pressão. Um belo dia, com 2,5 anos ela fez umas gotinhas de xixi no pinico e nós fizemos a maior festa pra ela entender que é pra isso que serve. No dia seguinte, nós deixamos ela sem calça e ficamos em casa levando ela no pinico a cada 20 minutos pra ela sentir a sensação. Depois disso, ela voltou pro berçário e nós pedimos pra eles ajudarem ela a usar o vaso e ela levou uma semana pra fazer quase tudo nele! Tivemos acidentes por uns 2-3 meses de vez em quando, mas depois ela ficou ótima. Também tinhamos um pinico no carro no caso dela ter que ir enquanto estavam dirigindo (a gente parava o carro, claro). Acho que a parte mais importante é esperar até o seu filho estar pronto ao invés de forçar muito cedo.

Anônimo

 

“O desfralde de xixi foi mais fácil. Ele aprendeu rápido a pedir para fazer o xixi tanto em casa como na escolinha. O cocô demorou um pouco mais. Ele não pedia. Se escondia em um cantinho e fazia. Ficava muito apreensiva por isso, mas foi desencanando um pouco e aí foi fluindo! Não usou pinico. Usei redutor de assento.”

Patrícia, mamãe do Raul

 

 

Desmame

“Tenho duas meninas com pouca diferença de idade (1ano e 1 mês) e eu amamentava as duas, me sentia uma vaca porque amamentava praticamente o dia inteiro kkkk  E isso me deixava muito exausta, por fim eu comecei a pensar no desmame, mas a mais nova ainda era muito novinha e eu ficava com consciência pesada em fazer desmame dela… Enfim, Deus viu minha exaustão e desespero (só pode ter sido isso) que a mais velha simplesmente largou o peito, com 1ano e 6meses, e eu pensava que seria impossível desmamar a mais velha e a mais nova continuar mamando, pois a mais velha ia ver e iria querer, mas não 🙏🏻 Hoje sigo amamentando a mais nova que tem 9 meses 🥰”

Rafa Carvalho

“Fiz. Chorei 3 dias junto com ele. Acho que não tinha que existir desmame. Acho que tínhamos que amamentar até quando fosse importante pra ele .. até o momento que ele não sofresse mais. Se você tira o peito e ele chora, sofre… ele não estava preparado para aquilo”

Camila, mãe do Lucca e da Marina

Escola

“Sem complicações e dificuldades. Sempre estimulei muito as meninas, com brincadeiras e atividades lúdicas. Aprenderam a ler e escrever muito cedo (Helena com 3 anos e meio e Laura com 4 anos).
Independentes e autônomas com atividades e responsabilidades da escola a partir do segundo anos do ensino fundamental. O papel dos pais é ensiná-los a tornarem-se independentes, estimulando sempre hábitos de estudo. A presença dos pais nessa etapa é fundamental e traz lindos resultados.”

Raquel, mãe da Helena e da Laura

 

“Foi necessário levar meu filho pra escola, com 1 ano e 6 meses, e ao mesmo tempo que é muito bom ver as coisas que ele aprende e como se desenvolveu, mas ele está ficando tão doente que me faz pensar se vale a pena. Sei que é normal e que daqui a pouco passa, mas mesmo assim é dolorido ver ele doente.”

Karine

 

“Foi tudo ótimo sempre. Mas escolher a escola “ideal” para sua família foi muuuuuuito difícil”

Leticia P, mãe da Helena

 

Viagens com o bebê

“Procure viagens que sejam boas pra todos. Esqueça as grandes aventuras enquanto tem um bebê em casa, procure lugares com estrutura para bebê e pense na viagem como um momento de lazer e um momento para criar boas memórias afetivas. Pode ser que seu filho pequeno, daqui uns anos não lembre do lugar que visitou,  mas os momentos que passaram juntos será bom para todos”

Anônimo

 

“Viajei desde que ela tinha 1 mês e meio, fui para a praia e ela não estranhou, ainda não entendia muito e dormia bastante. Depois viajamos quando ela tinha 5 meses, essa ela aproveitou mais, colocou os pezinhos na areia e entrou na piscina. O pediatra dela sempre liberou as viagens, apenas orientou que na viagem de avião amamentasse pro ouvido dela não doer.”

Anônimo

 

“A coisa mais deliciosa eh viajar com seu filho. Seja lá qual for a idade.”

Leticia P, mãe da Helena

 

“Adoro passear e viajar…Agora devido a pandemia viajamos pouco mas com a mais velha viajava sempre é nunca foi um transtorno para nós.”

Anônimo

 

Não curtiam mto viajar de carro… nem saíamos da cidade já perguntavam “Chegamos?” Kkkk. Enjoavam e tinham dor de cabeça. Só gostavam qdo chegávamos”

Jussara Woellner Gollo, mãe de 3 tesouros, Bernardo, Frederico e Riccardo

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Autor desconhecido

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